Oito representantes de países onde a homossexualidade ainda é considerada crime irão participar, em Curitiba, da V Conferência Regional da ILGA (Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais) que acontece de 26 a 31 de janeiro.
Existe ainda, 11 países em que a homossexualidade é considerada crime o que coloca a população de gays e lésbicas desses países em risco. Pelo menos
Discutir os avanços dos direitos humanos da população LGBT (lésbicas gays, bissexuais e transgêneros) e ainda apontar soluções que levem a acabar com as perseguições e mortes de gays no mundo estão entre os principais objetivos do evento.
Cerca de 400 ativistas de defesa dos direitos dos homossexuais participam da Conferência. Eles são de 35 países. Juntos eles vão avaliar a questão dos direitos humanos da população gay na América Latina e Caribe.
Um dos avanços a se comemorar é a descriminalização da homossexualidade no Equador, Nicarágua, Chile e Panamá.

A abertura do evento contará com a presença do Ministro Paulo Vannuchi da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e da Coordenadora da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT no Senado Federal, a senadora Fátima Cleide, entre outras autoridades.

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